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Ácidos graxos presentes do cordão umbilical poderão ser causa do autismo, evidencia estudo

4 de Agosto, 2024
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Ácidos graxos presentes do cordão umbilical podem ser causa do autismo, revela estudo
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Cientistas da Universidade de Fukui, no Japão, reconheceram uma viável causa do autismo ao encontrarem uma ligação entre ácidos graxos no sangue do cordão umbilical e o risco da condição. O estudo analisou amostras de sangue de 200 crianças e suas pontuações de autismo, focando particularmente nos ácidos graxos poli-insaturados (AGPI).

Os pesquisadores descobriram que um composto específico, chamado diHETrE, presente no sangue do cordão umbilical, pode ter implicações significativas na gravidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Resultados exibiram que altos níveis de diHETrE estão associados a dificuldades em interações sociais, enquanto níveis baixos estão ligados a comportamentos repetitivos e restritivos. Essa correlação foi mais evidente em moças do que em rapazes.

A avaliação dos sintomas de TEA foi feita quando as crianças atingiram seis anos de idade, com a ajuda de suas mães. A começar das informações, os cientistas sugerem que medir os níveis de diHETrE no nascimento pode se tornar uma ferramenta inestimável para prever o risco de uma criança desenvolver TEA. Eles também propõem que inibir o metabolismo do diHETrE durante a gravidez poderia ser uma estratégia para prevenir traços de TEA, embora enfatizem a necessidade de mais pesquisas.

Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Psychiatry and Clinical Neurosciences.

O que é o autismo?

Conforme o Ministério da Saúde, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por alterações nas funções do neurodesenvolvimento, impactando a comunicação, linguagem, interação social e comportamento.

Crianças com altos níveis de 11,12-diHETrE apresentaram dificuldades significativas na socialização e severos indicativos de autismo. Em contrapartida, baixos níveis de 8,9-diHETrE foram ligados a comportamentos repetitivos e restritivos. O estudo, postado no periódico Psychiatry and Clinical Neurosciences, também destacou uma especificidade de gênero, evidenciando que essas associações foram mais comuns em moças do que em rapazes.

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